Quando restaurar e quando preservar?
Uma dúvida comum em instrumentos antigos é: até onde vale a pena restaurar? Nem sempre deixar o instrumento “como novo” é a melhor escolha.
Dependendo da idade, originalidade e história, marcas de uso, acabamento antigo, ferragens e até alguns detalhes imperfeitos podem fazer parte do valor daquele instrumento.
Por isso, antes de mexer, eu procuro avaliar:
- o que é realmente necessário para o instrumento voltar a funcionar bem;
- o que pode comprometer a estrutura ou a segurança;
- o que é original;
- o que já foi alterado;
- e o que vale a pena preservar.
Pra mim, restauração não é apagar a história, é intervir o mínimo necessário para devolver função, estabilidade e vida ao instrumento sem destruir o que torna ele especial.
Você prefere um instrumento antigo totalmente restaurado ou preservado com as marcas da própria história?
+ vídeo (depois).
